E sabe o que ela merece? Sabe?
Um milhão de mordidasssssssssssssssssssssssssssssssssss!
Estranhei o teu silencio e demora. Tinhas dito que ias tomar um duche rápido e estava a demorar demasiado para o teu habitual. Tinhas-me dito para ir ter ao quarto de hotel. Bem, se podemos chamar aquilo um quarto. Quantos apartamentos não são mais pequenos. Um hall de entrada, uma sala de estar, dois quartos separados e banhos em cada um. A sala de estar dispunha de todos os confortos. Tv, aparelhagem, bar, sofás, mesa de jantar... Esperava-te no sofá, de comando na mão, a fazer um zapping continuo pelos muitos canais. Chegaste junto a mim vestida de uma forma que não era para irmos àquele jantar marcado. Eu estava de fato, a seguir as exigencias de um vestuario formal, pedido a rigor. Tu apareceste de saia extremamante curta, ao xadrez, uma camisa branca desabotoada e amarrada numa barriga quase nua, sem soutien e pareceu-me por momentos sem cueca, mas não, trazias uma cueca bem pequena, de fio. Umas meias brancas chegavam-te somente aos joelhos e uns sapatos de tacão pretos estavam nos teus pés. "Só te faltam os tótós no cabelo e estás 100% colegial", disse-lhe eu. "É, não pus, mas arranja-se". "Deixa estar, estás muito bem assim. Vais causar sensação no jantar. Aqueles velhinhos vão ter um ataque quando te virem". Ela riu-se, aquele sorriso infantil que só ela consegue ter e disse-me "Tomei a liberdade de avisar que iamos chegar, provavelmente, a tempo da sobremesa". Desfilou um pouco à minha frente, provocante, ainda mais provocante do que é. Voltou a chegar-se junto a mim e encostou-me os lábios ao ouvido. "Quero que me trates como uma puta. Sem respeito, quero que abuses do meu corpo todo, que me fodas como se sentisses que me estás a pagar e que podes fazer tudo o que queres. Este quarto, tu assim de fato, sentado a apreciares-me, não sei, apetece-me e quero-te dessa forma. Portanto, usa e abusa". Dito isto, roçou o seu peito pelo meu corpo abaixo e sentou-se no chão, de pernas bem abertas, a mostrar-me o pouco tecido que tinha na frente das cuecas. "Então, senhor, o que vai querer?". Ela estava com ideias de levar o seu papel a sério e eu ia levar o meu. "Muito bem, minha menina. Já que sou eu que vai fazer as exigências, vamos lá então. Tira essas cuecas e prepara esse cu para mim. Quero que o fodas com os dedos".
A minha pissa ainda estava dura e bem enterrada naquele cu. "Anda, não deixes que ela amoleça. Continua, puta gostosa, vai". Ela tirou-a de dentro do cu, ainda a pingar o meu leite e levou-a à boca. Bateu com ela nos lábios, na cara, esfregou a cara toda na minha pissa e começou a lamber-me as bolas, a sua mão ia-me batendo, a boca desceu até ao meu anus e ela lambeu-o, voltou às bolas e por fim voltou a fazer desaparecer a minha pissa naquela boca. Quando ela a engolia, agarrei-lhe a nuca e deixei-a estar assim, asfixiada com a minha pissa na garganta por um pouco. Quando a deixei sair, ela respirou fundo, ofegante, olhos lacrimejantes e um fio de baba a unir a sua boca à minha pissa. "Anda, limpa essa saliva com a tua boca, vai". Ela estava a adorar ser mandada, uma mulher que está habituada a mandar em tudo e todos, completamente submissa e a adorar. Fazia ruidos à medida que me chupava, por vezes forçava ela a entrada total e eu deixava-a tirar a boca quando quisesse. Apertei-lhe o pescoço enquanto a levantava. Os seus olhos estavam sujos do rimel molhado e gemeu de surpresa com o meu gesto. Estava mesmo puta ela, mas o incrivel é que estava a delirar com isso. Sem nada lhe dizer, coloquei-a de quatro, cu bem levantado e voltei a entrar nele. Como ela gemeu ao sentir-me a entrar. Tinha aquele buraco ainda molhado do meu leite, não custou nada. Fodi-a assim, batendo-lhe nas nadegas, ela continuando com aquela linguagem suja, pedindo mais, querendo mais... Agarrei-lhe os cabelos e forcei-a a levantar, a encostar as suas costas no meu peito. Segurava-lhe o cabelo com força enquanto a fodia com velocidade. Ela estava sem reacção, completamente entregue, suspensa, e só quando eu parei aquele ritmo frenetico é que ela gemeu. Virei-lhe o queixo e beijei-a na boca enquanto as minhas mãos lhe apertavam as mamas até ela se queixar de dor, aqueles mamilos estavam bem duros e eu puxei-os, à medida que lhe fodia o cu com pancadas secas e fortes. Deixei-a cair novamente para a frente e agarrei-lhe as nadegas, separando-as até mais não poder e comecei novamente, rápido e forte, até me sentir a vir novamente. Quando as primeiras gotas sairam de mim, levantei-me, coloquei-me mesmo em frente à cara dela e deixei-me vir para ela, que sorria à medida que o meu leite lhe batia nos labios, nos olhos, queixo, mamas, cabelo... Ela chupou-me novamente até eu ficar bem seco. "Vais ficar agora aqui, quieta. Vou tomar um duche e volto já. Quando aqui chegar quero-te assim, sem te limpares, suja de mim".Voltei do duche e ela lá estava, no mesmo sitio, bem mandada. "Muito bem, serve-me outro whisky e vai tomar um duche agora tu". Assim foi. Quando ela saiu do wc, tinha um dos seus melhores vestidos no corpo, completamente arranjada e maquilhada, linda como só ela se sabia por. "Estás linda. Parece-me muito para uma foda, mas não me queixo", "Ainda estás de roupão? Temos que ir para o jantar, é tardíssimo". Abri o roupão e mostrei o meu sexo. "Põe-me duro novamente. Não julgues que te vais safar tão facilmente. O teu cu está satisfeito, mas essa cona precisa de atenção". Por momentos ela ficou quieta, sem saber se cederia às vontades ou se mantinha a sua posição. "Anda, estás à espera de quê? Não te estou a pagar? Esta noite és a minha puta, e esquece o jantar. Avisei que por motivos profissionais não poderiamos comparecer". Ela sorriu e ajoelhou-se à minha frente.
Tirou-me de dentro dela e deitou-se de costas no colchão. "Fode-me desta forma, quero ver-te a vir. Quero ver a tua expressão de prazer, o teu ar, ver-te a gemer de prazer quando me cobres com o teu esperma". As suas pernas colocaram-se nos meus ombros, os jeitos de sua parte foram dados, a minha pissa foi entrando mais fundo, as ancas sairam do colchão e por momentos ficou suspensa apoiada nos ombros de ambos. Quando me senti a vir, coloquei-me por cima da barriga e vim-me como ela quis, naqueles peitos, de forma a ela poder ver-me, ouvir-me e sentir-me. Um sorriso de satisfação recebeu a minha boca na dela. "Tens noção do tempo que andamos nesta brincadeira?", "Sim, meu querido, tenho. Chegaste aqui às 20h15/30, são 02hoo e qualquer coisa da manhã. Como podes ver, ainda é cedo!", "Cedo? Isto promete...". Um longo e gostoso banho deu seguimento a uma noite memorável. "Agora tenho fome! Comemos qualquer coisa?". Ela lá ligou para o serviço de quartos, jantamos a altas horas, e a noite, essa prometia muito mais...
Eu e a Gi convivemos durante toda a faculdade, mas somente ficamos amigas de verdade depois que nos formamos. Desde então, fazemos questão de nos encontrar pelo menos uma vez por mês. Esses momentos nossos são uma delícia: colocamos o papo em dia, falamos besteira, nos divertimos muito e... Bebemos.Na semana passada nos encontramos na casa dela. Secamos, pasme, uma garrafa inteirinha de Martini (bebida de mulher) com cerejas em calda. Sem contar o baseado que eu levei. Daí dá para você imaginar o estado que ficamos. Até aí, tudo normal entre duas amigas que tomam um porre juntas. Mas a história que quero contar começa mesmo quando a Gi resolveu tomar banho para dormir. O papo estava animado. Eu a acompanhei até o banheiro e sentei na tampa da privada, enquanto ela se despia para entrar no chuveiro.A cena que se seguiu foi uma das mais sensuais que já havia presenciado. Ela falava alegremente, enquanto se despia, livre de qualquer pudor. Escorregou pelas pernas o vestido e abriu o soutien, deixando livres seus seios perfeitamente fartos. Deslizou as mãos pelos quadris largos até tirar por completo a calcinha pequena. Entrou no chuveiro e deixou a água correr por todo seu corpo.Nesse momento eu percebi que estava completamente excitada, hipnotizada por seus movimentos. Esse sentimento era novo para mim, que nunca havia me sentido atraída por uma mulher antes. Mas não tive forças para lutar contra isso.De repente ela me olhou e perguntou se eu não tomaria banho também, me convidando a dividir o box com ela. Eu gelei dos pés à cabeça, mas não recusei. Ela logo me entregou uma esponja cheia de espuma, me pedindo para que esfregasse suas costas, e se virou para que eu cumprisse a missão que me fora designada.Eu não sabia como agir, nunca havia estado numa situação parecida com uma mulher. Estava completamente tomada pelo tesão. Então, enquanto minhas mãos escorregavam em suas costas, deixei que meus seios lhe encostassem. Ela não se assustou, como eu esperava, e ainda empinou a bunda em minha direção, pressionando-a contra minha boceta. Minha mão, teimosa, não me obedecia e deslizou de seus ombros para seus peitos com bicos rijos. Como ato contínuo, dei-lhe uma mordiscada no pescoço e outra na orelha. Ela virou o rosto, oferecendo sua boca. E eu a beijei! Beijei longamente a boca mais macia e carnuda que já havia beijado.Então, acho, perdemos o controle da situação e nos deixamos entregar ao tesão absurdo que sentíamos. A música, que ainda tocava em outro cômodo da casa, parecia perfeitamente sexy. Dançamos abraçadas e nuas, num baile de luxúria.Nossas mãos nos percorriam, nossas bocas se entrelaçavam e nossos corpos se contorciam. Éramos como duas cadelas no cio.Ela, então, me empurrou contra a parede e ajoelhou-se diante de mim, abocanhando minha boceta com a delicadeza que somente uma mulher teria. Me chupou ardorosamente enquanto eu rebolava me esfregando na sua cara. Gozei deliciosamente. Depois, ela fechou o chuveiro, secou meu corpo com cuidado e me levou para seu quarto. Eu me deixei conduzir até a cama, onde deitei obedientemente. Ela me beijou inteira e seus dedos me exploraram a boceta. Depois, se deitou de ponta cabeça, me fazendo iniciar uma espécie de "siga o mestre". Comecei pela boca, beijando-a longamente. Então, eu que estava por cima, fui descendo pelo seu pescoço (senti ela arrepiar-se) com uma parada nos seus peitos, que enchiam minhas mãos. E que peitos gostosos. Mordisquei-lhe os mamilos rosados e duros - eles dançavam com minha língua.Desci pela barriga e beijei seus pêlos macios. O cheiro da sua boceta me inebriava. Seu gosto doce me fazia querer não sair nunca mais dali. Chupei, delicadamente, seu clitóris durinho e a penetrei com minha língua. Ela se contorcia e repetia todos os meus movimentos. Ela gozou antes de mim e seus espasmos me deixaram louca. Gozei novamente e logo em seguida, sem intervalo, gozei mais uma vez. Tombei para o lado. Exaustas de todo o prazer que acabáramos de sentir, dormimos profundamente, abraçadas como duas amantes. Depois disso, não nos falamos mais. Talvez ligue para ela hoje. O fato é que eu estou morrendo de vontade de repetir a dose e sentir novamente os orgasmos que nunca imaginei ter com uma mulher. Será que ela também quer?
Ela foi levada, por aquele homem até uma sala escura... Onde só havia um refletor sob uma cadeira.
Saí fresca do banho,
A casa era toda envidraçada, dando para uma piscina de água quente e uma jacuzzi ao lado.
Murilo é um engenheiro civil da zona oeste de S Paulo, é um homen atraente de pele branca cabelos castanhos e olhos verdes.