29.3.10

100 mil MORDIDAS na MAÇÃ da MADRASTA MÁ

Parabéns aos 100.000 mordidas na maçã da MADRASTA MÁ.
E sabe o que ela merece? Sabe?
Um milhão de mordidasssssssssssssssssssssssssssssssssss!

26.3.10

SEXICONTO da VALHALA

Estranhei o teu silencio e demora. Tinhas dito que ias tomar um duche rápido e estava a demorar demasiado para o teu habitual. Tinhas-me dito para ir ter ao quarto de hotel. Bem, se podemos chamar aquilo um quarto. Quantos apartamentos não são mais pequenos. Um hall de entrada, uma sala de estar, dois quartos separados e banhos em cada um. A sala de estar dispunha de todos os confortos. Tv, aparelhagem, bar, sofás, mesa de jantar... Esperava-te no sofá, de comando na mão, a fazer um zapping continuo pelos muitos canais. Chegaste junto a mim vestida de uma forma que não era para irmos àquele jantar marcado. Eu estava de fato, a seguir as exigencias de um vestuario formal, pedido a rigor. Tu apareceste de saia extremamante curta, ao xadrez, uma camisa branca desabotoada e amarrada numa barriga quase nua, sem soutien e pareceu-me por momentos sem cueca, mas não, trazias uma cueca bem pequena, de fio. Umas meias brancas chegavam-te somente aos joelhos e uns sapatos de tacão pretos estavam nos teus pés. "Só te faltam os tótós no cabelo e estás 100% colegial", disse-lhe eu. "É, não pus, mas arranja-se". "Deixa estar, estás muito bem assim. Vais causar sensação no jantar. Aqueles velhinhos vão ter um ataque quando te virem". Ela riu-se, aquele sorriso infantil que só ela consegue ter e disse-me "Tomei a liberdade de avisar que iamos chegar, provavelmente, a tempo da sobremesa". Desfilou um pouco à minha frente, provocante, ainda mais provocante do que é. Voltou a chegar-se junto a mim e encostou-me os lábios ao ouvido. "Quero que me trates como uma puta. Sem respeito, quero que abuses do meu corpo todo, que me fodas como se sentisses que me estás a pagar e que podes fazer tudo o que queres. Este quarto, tu assim de fato, sentado a apreciares-me, não sei, apetece-me e quero-te dessa forma. Portanto, usa e abusa". Dito isto, roçou o seu peito pelo meu corpo abaixo e sentou-se no chão, de pernas bem abertas, a mostrar-me o pouco tecido que tinha na frente das cuecas. "Então, senhor, o que vai querer?". Ela estava com ideias de levar o seu papel a sério e eu ia levar o meu. "Muito bem, minha menina. Já que sou eu que vai fazer as exigências, vamos lá então. Tira essas cuecas e prepara esse cu para mim. Quero que o fodas com os dedos".
As cuecas sairam daquelas pernas compridas e ela voltou à posição original, a mostrar-me aquela rata agora completamente nua e depilada, oferecida. Ela começou a esfrega-la e eu interrompi-a. "Eu disse para tratares desse cu, não foi?". Ela voltou a sorrir e acentiu. Levou os dedos à boca e lambeu-os, humedecendo-os ao maximo. Deu um jeito às nadegas, colocando-se mais de lado e começou a foder o cu com os dedos, primeiro somente com um, depois colocou um segundo. Esteve assim durante um pouco e decidiu deitar-se de costas no chão. Levantou a anca e continuou a foder aquele olho por trás, com o traseiro e costas bem levantados do chão. Estava a ficar doida de vontades mas eu mantive-me sereno, com a pissa a explodir-me dentro das calças, mas sem a dar-lhe a entender isso. Deixei-a gozar mais um pouco assim. "Põe as mamas de fora. Quero ver se esses bicos estão duros ou não". Obediente, e entre orgasmos, lá o fez. Desabotuou por completo a camisa e lá estavam aqueles bicos, bem rosados e duros. Ela estava quase a vir-se novamente quando a mandei parar. Ela obedeceu, ofegante e desiludida. "Levanta-te e tira a camisa". Ela fê-lo e ficou, expectante, a olhar para mim enquanto eu me despia todo. "Que queres agora de mim, menina? Ou deverei tratar-te por puta?". "Trata-me como quiseres, estás a pagar para me teres". "Combinado, minha putinha gostosa, mas terás que me tratar como bem quiseres também, não quero cuidados alguns, sejam fisicos, sejam no palavreado. Agora vai para o sofá e vira-me esse cu". Ela obedeceu e antes que contasse já a minha pissa a trespassava. Aquele cu estava bem molhado da sua saliva, bem soltinho dos seus dedos e não ofereceu muita resistência. Quando ela me sentiu dentro dela, os seus gritos apareceram, os palavrões, os seus pedidos para que a fodesse mais forte, que lhe devorasse o cu, tratava-me por cabrão, filho da puta e tudo mais o que lhe apetecia. Não tive cuidados alguns, apetecia-me rebentar-lhe aquele cu, fodia-o bem forte e ela estava a delirar com isso mesmo. Variamos as posições, fodia-a eu, quando era ela que me fodia não diminuia em nada a intensidade. Estava a adorar aquilo tudo, estava a adorar sentir-se uma puta, usada e abusada. Comecei e acabei ali mesmo. Vim-me no cu dela sem nada lhe dizer, sem avisar, sem lhe dar hipotese de querer outra coisa diferente. Era eu que mandava e ela adorou até ao fim, gritando quando sentiu o meu leite quente a invadir-lhe o corpo.


A minha pissa ainda estava dura e bem enterrada naquele cu. "Anda, não deixes que ela amoleça. Continua, puta gostosa, vai". Ela tirou-a de dentro do cu, ainda a pingar o meu leite e levou-a à boca. Bateu com ela nos lábios, na cara, esfregou a cara toda na minha pissa e começou a lamber-me as bolas, a sua mão ia-me batendo, a boca desceu até ao meu anus e ela lambeu-o, voltou às bolas e por fim voltou a fazer desaparecer a minha pissa naquela boca. Quando ela a engolia, agarrei-lhe a nuca e deixei-a estar assim, asfixiada com a minha pissa na garganta por um pouco. Quando a deixei sair, ela respirou fundo, ofegante, olhos lacrimejantes e um fio de baba a unir a sua boca à minha pissa. "Anda, limpa essa saliva com a tua boca, vai". Ela estava a adorar ser mandada, uma mulher que está habituada a mandar em tudo e todos, completamente submissa e a adorar. Fazia ruidos à medida que me chupava, por vezes forçava ela a entrada total e eu deixava-a tirar a boca quando quisesse. Apertei-lhe o pescoço enquanto a levantava. Os seus olhos estavam sujos do rimel molhado e gemeu de surpresa com o meu gesto. Estava mesmo puta ela, mas o incrivel é que estava a delirar com isso. Sem nada lhe dizer, coloquei-a de quatro, cu bem levantado e voltei a entrar nele. Como ela gemeu ao sentir-me a entrar. Tinha aquele buraco ainda molhado do meu leite, não custou nada. Fodi-a assim, batendo-lhe nas nadegas, ela continuando com aquela linguagem suja, pedindo mais, querendo mais... Agarrei-lhe os cabelos e forcei-a a levantar, a encostar as suas costas no meu peito. Segurava-lhe o cabelo com força enquanto a fodia com velocidade. Ela estava sem reacção, completamente entregue, suspensa, e só quando eu parei aquele ritmo frenetico é que ela gemeu. Virei-lhe o queixo e beijei-a na boca enquanto as minhas mãos lhe apertavam as mamas até ela se queixar de dor, aqueles mamilos estavam bem duros e eu puxei-os, à medida que lhe fodia o cu com pancadas secas e fortes. Deixei-a cair novamente para a frente e agarrei-lhe as nadegas, separando-as até mais não poder e comecei novamente, rápido e forte, até me sentir a vir novamente. Quando as primeiras gotas sairam de mim, levantei-me, coloquei-me mesmo em frente à cara dela e deixei-me vir para ela, que sorria à medida que o meu leite lhe batia nos labios, nos olhos, queixo, mamas, cabelo... Ela chupou-me novamente até eu ficar bem seco. "Vais ficar agora aqui, quieta. Vou tomar um duche e volto já. Quando aqui chegar quero-te assim, sem te limpares, suja de mim".Voltei do duche e ela lá estava, no mesmo sitio, bem mandada. "Muito bem, serve-me outro whisky e vai tomar um duche agora tu". Assim foi. Quando ela saiu do wc, tinha um dos seus melhores vestidos no corpo, completamente arranjada e maquilhada, linda como só ela se sabia por. "Estás linda. Parece-me muito para uma foda, mas não me queixo", "Ainda estás de roupão? Temos que ir para o jantar, é tardíssimo". Abri o roupão e mostrei o meu sexo. "Põe-me duro novamente. Não julgues que te vais safar tão facilmente. O teu cu está satisfeito, mas essa cona precisa de atenção". Por momentos ela ficou quieta, sem saber se cederia às vontades ou se mantinha a sua posição. "Anda, estás à espera de quê? Não te estou a pagar? Esta noite és a minha puta, e esquece o jantar. Avisei que por motivos profissionais não poderiamos comparecer". Ela sorriu e ajoelhou-se à minha frente.

Começou a chupar-me, engolia-me a pissa mole e brincava com as bolas, com a minha pissa na boca. Sentiu-a a crescer aos poucos, continuava a chupar ávida como se não tivesse tido uma sessão doida e longa pouco antes. Eu estava de copo de whisky numa mão, cigarro noutra, e uma mulher daquelas a fazer-me um broche fenomenal. Mais um. Até eu estava a entrar na personagem de cliente daquela puta. Quand osenti a pissa bem dura, disse-lhe para se despir, mas ficar com a lingerie. Ela obedeceu e eu dei por mim a apreciar um corpo elegante, cheio, nada cá de magrezas elitistas, elegante mas cheio. Os seus peitos fartos e grandes escondidos atrás daquele corpete, as linha das ligas nas coxas volumosas, umas meias pretas, sapatos de tacão. Podia querer ser puta, mas era de luxo. "Deita-te na cama depois de tirares as cuecas". Segui-a para o quarto e vi aquele caminhar sensual. Fiquei encostado à ombreira da porta e vê-la a baixar-se para tirar as cuecas dos tornozelos, de cu bem levantado, esse cu que estava saciado. Deitou-se de costas na cama e abriu as pernas, convidando-me. Ajoelhei-me aos pés da cama e comecei a lamber-lhe a rata, o clitoris, a trata-la gentilmente, completamente diferente de à pouco. "Sabes que também gosto de fazer isto, e como pagador, supostamente faço aquilo que quero, certo?", "Nada a opor, de forma alguma!". A sua mão puxou a minha cabeça mais para o meio das suas pernas e a minha lingua desapareceu naquele buraco quente e humido. A minha boca, mãos e dedos só pararam de mexer naqueles buracos e corpo depois de ela se ter vindo pela terceira vez. Apeteceu-me tratar dela, assim, com muito prazer para ambos.Por fim entrei dentro dela, já o exigias com os teus olhos. A sensação foi boa para ambos, gememos de prazer com essa entrada. Depois, bem, o calor veio ao de cima, as meiguices foram sendo substituidas pela tesão, os corpos moveram-se mais rapido, o sexo foi-se tornando mais forte. Estavas espantosa. Fodemos como se da primeira vez se tratasse, estavas sempre desejosa de mais. Deixei que comandasses, que ditasses a teu belo prazer o que querias. Montaste-me e fodeste-me, com a força e velocidade que querias. "Anda para trás de mim, fode-me por trás, como sabes que gosto". Implicava força, trabalho de pissa e mãos. Ela estava possuida e eu estava a adorar. Ela estava pura e simplesmente insaciavel.
Tirou-me de dentro dela e deitou-se de costas no colchão. "Fode-me desta forma, quero ver-te a vir. Quero ver a tua expressão de prazer, o teu ar, ver-te a gemer de prazer quando me cobres com o teu esperma". As suas pernas colocaram-se nos meus ombros, os jeitos de sua parte foram dados, a minha pissa foi entrando mais fundo, as ancas sairam do colchão e por momentos ficou suspensa apoiada nos ombros de ambos. Quando me senti a vir, coloquei-me por cima da barriga e vim-me como ela quis, naqueles peitos, de forma a ela poder ver-me, ouvir-me e sentir-me. Um sorriso de satisfação recebeu a minha boca na dela. "Tens noção do tempo que andamos nesta brincadeira?", "Sim, meu querido, tenho. Chegaste aqui às 20h15/30, são 02hoo e qualquer coisa da manhã. Como podes ver, ainda é cedo!", "Cedo? Isto promete...". Um longo e gostoso banho deu seguimento a uma noite memorável. "Agora tenho fome! Comemos qualquer coisa?". Ela lá ligou para o serviço de quartos, jantamos a altas horas, e a noite, essa prometia muito mais...

21.3.10

SEXICONTO da KAREN

Eu e a Gi convivemos durante toda a faculdade, mas somente ficamos amigas de verdade depois que nos formamos. Desde então, fazemos questão de nos encontrar pelo menos uma vez por mês. Esses momentos nossos são uma delícia: colocamos o papo em dia, falamos besteira, nos divertimos muito e... Bebemos.Na semana passada nos encontramos na casa dela. Secamos, pasme, uma garrafa inteirinha de Martini (bebida de mulher) com cerejas em calda. Sem contar o baseado que eu levei. Daí dá para você imaginar o estado que ficamos. Até aí, tudo normal entre duas amigas que tomam um porre juntas. Mas a história que quero contar começa mesmo quando a Gi resolveu tomar banho para dormir. O papo estava animado. Eu a acompanhei até o banheiro e sentei na tampa da privada, enquanto ela se despia para entrar no chuveiro.A cena que se seguiu foi uma das mais sensuais que já havia presenciado. Ela falava alegremente, enquanto se despia, livre de qualquer pudor. Escorregou pelas pernas o vestido e abriu o soutien, deixando livres seus seios perfeitamente fartos. Deslizou as mãos pelos quadris largos até tirar por completo a calcinha pequena. Entrou no chuveiro e deixou a água correr por todo seu corpo.Nesse momento eu percebi que estava completamente excitada, hipnotizada por seus movimentos. Esse sentimento era novo para mim, que nunca havia me sentido atraída por uma mulher antes. Mas não tive forças para lutar contra isso.De repente ela me olhou e perguntou se eu não tomaria banho também, me convidando a dividir o box com ela. Eu gelei dos pés à cabeça, mas não recusei. Ela logo me entregou uma esponja cheia de espuma, me pedindo para que esfregasse suas costas, e se virou para que eu cumprisse a missão que me fora designada.Eu não sabia como agir, nunca havia estado numa situação parecida com uma mulher. Estava completamente tomada pelo tesão. Então, enquanto minhas mãos escorregavam em suas costas, deixei que meus seios lhe encostassem. Ela não se assustou, como eu esperava, e ainda empinou a bunda em minha direção, pressionando-a contra minha boceta. Minha mão, teimosa, não me obedecia e deslizou de seus ombros para seus peitos com bicos rijos. Como ato contínuo, dei-lhe uma mordiscada no pescoço e outra na orelha. Ela virou o rosto, oferecendo sua boca. E eu a beijei! Beijei longamente a boca mais macia e carnuda que já havia beijado.Então, acho, perdemos o controle da situação e nos deixamos entregar ao tesão absurdo que sentíamos. A música, que ainda tocava em outro cômodo da casa, parecia perfeitamente sexy. Dançamos abraçadas e nuas, num baile de luxúria.Nossas mãos nos percorriam, nossas bocas se entrelaçavam e nossos corpos se contorciam. Éramos como duas cadelas no cio.Ela, então, me empurrou contra a parede e ajoelhou-se diante de mim, abocanhando minha boceta com a delicadeza que somente uma mulher teria. Me chupou ardorosamente enquanto eu rebolava me esfregando na sua cara. Gozei deliciosamente. Depois, ela fechou o chuveiro, secou meu corpo com cuidado e me levou para seu quarto. Eu me deixei conduzir até a cama, onde deitei obedientemente. Ela me beijou inteira e seus dedos me exploraram a boceta. Depois, se deitou de ponta cabeça, me fazendo iniciar uma espécie de "siga o mestre". Comecei pela boca, beijando-a longamente. Então, eu que estava por cima, fui descendo pelo seu pescoço (senti ela arrepiar-se) com uma parada nos seus peitos, que enchiam minhas mãos. E que peitos gostosos. Mordisquei-lhe os mamilos rosados e duros - eles dançavam com minha língua.Desci pela barriga e beijei seus pêlos macios. O cheiro da sua boceta me inebriava. Seu gosto doce me fazia querer não sair nunca mais dali. Chupei, delicadamente, seu clitóris durinho e a penetrei com minha língua. Ela se contorcia e repetia todos os meus movimentos. Ela gozou antes de mim e seus espasmos me deixaram louca. Gozei novamente e logo em seguida, sem intervalo, gozei mais uma vez. Tombei para o lado. Exaustas de todo o prazer que acabáramos de sentir, dormimos profundamente, abraçadas como duas amantes. Depois disso, não nos falamos mais. Talvez ligue para ela hoje. O fato é que eu estou morrendo de vontade de repetir a dose e sentir novamente os orgasmos que nunca imaginei ter com uma mulher. Será que ela também quer?

SEXIMAGEM da SUZETHY

17.3.10

SEXICONTO da NEGA

Ela foi levada, por aquele homem até uma sala escura... Onde só havia um refletor sob uma cadeira.
Seu corpo tremia em estranhas sensações.... Sensações.
Ele a sentou na cadeira fria, enquanto suas perguntas, a deixavam sem ter o que responder.
Olhava aquele homem e inexplicavelmente, se sentia atraída por aquilo tudo.
A luz branca, forte, não deixava que ela percebesse que o mesmo desejo exalava dele.
E ela ria, em seu íntimo.
Ele chegou perto, sentiu seu hálito de hortelã e imediatamente seu rosto corou.
Ele a beijou com tesão. Ela sem resistência se entrega, se desnuda em frente aquele estranho desejo.
Ele coloca a mão sob seu vestido branco e desliza sob suas pernas.
Delicadamente chega em seu sexo, nos olhos ela via fogo, o mesmo fogo que sentia no olhar que a cada minuto lançava a ela.
Abriu as pernas sem resistir e logo, ele beijava seu sexo molhado.
Sua língua a percorria numa fome desesperada e ela gemia...
Misto de tesão e medo...Ela se entrega.
Sem medo, apenas desejo..

11.3.10

SEXICONTO da CURIOSA

Saí fresca do banho,
pensando no homem
que tenho ao quarto.
Em pé, inocentemente
posicionada, recebo
surpresa o esperado:
uma lambida no rabo.

Logo me recobro,
relaxo concentrando;
as pernas falham:
atira-me à cama.
Lentamente me abre
com os lábios,
enfia quente língua
desde a vagina,
cu adentro,
deixando em êxtase
aquela que ainda
pensava.

Curiosa

7.3.10

SEXICONTO da TARA FLUX

A casa era toda envidraçada, dando para uma piscina de água quente e uma jacuzzi ao lado.
Havíamos colocado as bebidas em um balde de gelo ao lado da banheira, de modo que ao ficarmos confortáveis na água fumegante, pudéssemos beber. Coringa e a Morena, sua pretendente, distraidamente se beijavam no canto da banheira, enquanto eu chupava a língua da loira, que por sua vez, tentava me tocar uma punheta.
Tentando permanecer concentrado na Loira, noto um ondular na água quando o casal sai abraçado, se envolvendo nas toalhas rumo a "masmorra erótica". Continuamos nos pegando, beijos e toques até que o clima pede cama. Subimos, passando pela porta da masmorra.
A Morena estava no balanço, presa pelos braços e pelas pernas enquanto o Coringa chupava sua buceta lisinha. Para mim, aquilo era a visão do paraíso. A Loira, vendo a cena, se excita ainda mais e, entrando em cena, começa a beijar a Morena, que corresponde deliciosamente. Isso sempre se encantou. A graciosidade de um beijo entre duas mulheres, que, mesmo completamente diferentes, demonstram sua excitação da forma mais doce.
A Loira desce a mão até a buceta lisinha e rosada da Morena, que solta um gemido ofegante. Morena pede que a solte, para que possa se divertir. Assim é feito e logo as duas estão se agarrando encostadas na parede. Morena encosta a Loira de costas, com a face virada para a parede e, abrindo devagar os pudores da Loirinha, literalmente cai de boca. Enfia sua língua devagar dentro dela, que geme, arranha a parede e mal consegue respirar. Morena pede que alguem traga vodka. Ela queria a festa ainda mais quente.
Mais uma vez, como no motel, deixamos as meninas se divertirem a vontade e fomos até a cozinha, reabastecer as bebidas para o primeiro round que viria por aí. Papo vai, papo vem... Nos consideramos dois sortudos. As duas eram nossas amigas, gostosas, completamente desencanadas e estavam, neste exato momento, no quarto ao lado se pegando.
Comemos, voltamos com as bebidas e encontramos as duas no chuveiro... Só Deus e os ladrilhos sabe o que se passou durante nossa ausência. Muito vapor, gemidos... Entramos.
A Loira toma a garrafa gelada de minhas mãos. Elas nos ensaboam. Beijam nossas bocas, se beijam e se olham de uma forma safada, peculiar, ja tendo tramado alguma coisa. Descem juntas, ajoelhadas e enquanto se beijam, Loira pega o meu pau e Morena pega o pau do Coringa. A mão quente dela no meu corpo só me excitava ainda mais. Apesar de saber que ela não gosta, Coringa segura os cabelos da Morena e ordena que ela lhe chupe com vontade. Moça obediente e prendada no que faz. Agarra as bolas dele com suavidade e as coloca na boca. As duas juntas. Depois, vai para a cabeça do pau dele, passando os dentes devagar, sentindo as pernas dele enfraquecerem. Eu simplesmente observo, tentando me manter firme ao suave toque da boca da Loira no meu pau.
Logo se torna muito dificil ficar ali, simplesmente sentindo sua boca e acabamos desejando mais. O Coringa abraça a Morena e a carrega no colo, entrelaçada nele, com as pernas em suas costas, trocando beijos suaves. A Loira não quer sair dali, mas acaba aceitando ir para o quarto, talvez mais pela presença da Morena do que pelo sexo em si.
Quando chego no quarto a coisa ja esta quente, para não dizer pegando fogo. A Morena monta sobre o Coringa de costas, rebolando aquela bunda grande e macia quase que na cara dele. Para minha surpresa, ele metia no cuzinho dela enquanto ela gemia deliciosamente, dosando o quanto dele teria dentro de si. Aquela cena ficou até hoje em minha mente. Me animei, pegando a Loira no colo e colocando-a devagar sobre a cama, de quatro, com a bunda virada para mim. Agachado, chupei aquele grelo rosinha e enfiei um dedo devagar, sentindo ela se contrair ao meu toque. Logo ela pedia 'me come, safado' e eu obedeci. Do outro lado do quarto eu podia ver a Morena sendo fodida, e diga-se de passagem, muito bem fodida, pelo meu amigo Coringa. Ela, também de quatro, gemia alto, mordendo um travesseiro enquanto sentia as estocadas dele. Não tardou muito ele gozou sobre aquela bunda que, do meu raio de visão, parecia ser perfeitamente gigante. Ver aquilo me animou ainda mais e logo eu estava socando na Loira sem pena, com força, bem do jeito que ela gostava, que gemia muito e consideravelmente alto. Morena e Coringa estavam deitados na cama, ela com a pena sobre ele, ele mexendo em seus cabelos. O êxtase parecia perto, e eu segurava os cabelos da Loira, metendo fundo, até que veio. Veio firme e eu gritei seu nome, abraçando seu corpo contra o meu e beijando seu pescoço.
Logo estavamos novamente na piscina, os quatro, ligeiramente bêbados, vendo o sol nascer, completamente satisfeitos e ansiando por mais.

4.3.10

SEXICONTO da DOMINATRIX

Murilo é um engenheiro civil da zona oeste de S Paulo, é um homen atraente de pele branca cabelos castanhos e olhos verdes.
Certo dia almoçando próximo de seu escritório Murilo teve uma surpresa:
Junto com seu troco recebeu um bilhete. Voltou sorrindo ao trabalho.
Horas mais tarde Murilo aborda uma moça saindo daquele restaurante:
-É leila, não é?
-Sim sou eu mesma...
-"GOSTOU DA COMIDA HJ? EXPERIMENTE A MOÇA DO CAIXA!" De onde você tirou essa idéia?
-De um livro do Sidney Sheldon...Você gostou????
-Não esta no cardápio, mas parece ser bem gostosa...
-Parece??????
Levantando-se nas pontas dos pés Leila se colou no corpo de Murilo, a lingua provocante, a pele macia e perfumada tudo fez o pau de Murilo ficar duro.
Foram pra um motel; Mal fechou a porta Murilo foi arrancando as roupas de Leila segurando os seios e abrindo as pernas dela, meteu com força na bucetinha cabeluda, ela gemia cada vez que ele bombava.
Sentindo a buceta quente e molhada Ele não resistiu tirou o pau e esporrou na barriga de Leila.
Foram pro banho e embaixo dao chuveiro Murilo puxou Leila pelos cabelos abaixou ela e disse:
-Chupa vadia safada chupa ate endutecer...
Ela abocanhou o pau chupava, lambia engolia e soltava o caralho fazendo Murilo delirar na boquinha molhada.
Com o cacete duro Murilo fez ela ficar de 4 apoiada na banheira passava o dedo na xaninha até o reego afundava o dedo no cuzinho apertado.
-Mete o caralho na minha buceta quero o seu caralho...
Murilo segurou Leila pela cintura e empurrou o cacete noo cuzinho de Leila....
-Ai assim não....
-Quieta vadia pediu pica, então toma, toma, toma....
Puxou ela pelos cabelos e afundou a pica no cuzinho...
Tira filho da puta TIRA.
-Guenta pica vadia rebola esse bundão gostoso...Murilo começou a atoçar os dedos na xana e massagear o grelo Leila parou de tutar e começou a gozar sentindo o caralho em seu cu e os dedos na xana.
Embaixo do chuveiro Murilo voltou a bombar na buceta de Leila com força, socava rápido fazendo Leila gozar, quando sentiu o gozo vindo fez ela cair de boca em seu pau ela lambeu toda a porra.
Foram pra cama trocando carinhos, Murilo se pôs entre as pernas de leila e começou a lamber a xana dava chupões no grelo enfiava a lingua deixando Leila louca de tesão, então pos as pernas dela nos ombros e novamente viu a bucetinha cabelida engolindo seu pau...
-Aiii delicia assim, hummm rápido hummm gostoso....
Pra aumentar o tesão Murilo pos um dedo no cuzinho dela, ela delirava sentindo seu grelo pular.
Ele se deitou e Leila sentou com a buceta arreganhada na pica começou a cavalgar, enquanto Murilo chupava os peitos e segurava a bunda dela, o tesão era imenso, delicioso.
Murilo não aguentou e mais uma vez esporrou cheio de prazer.
Exaustos ficaram abraçados sem saber se ali começava um romance ou fora apenas sexo mas a noite foi sensacional e cheia de tesão....
Dormiram.
Dominatrix Sexy do Blog Taras e Contos